Aterramento
O aterramento é onde o sistema falha primeiro — e onde menos se olha.
Projeto, execução e medição de resistência com valor registrado. Sem aterramento eficaz, o para-raios apenas conduz a descarga até um ponto onde ela não tem para onde ir.
Por que importa tanto
A etapa que decide se o resto do sistema funciona.
Captação e descidas conduzem a corrente. Quem dissipa é o aterramento. Se a malha de terra não escoa a energia no solo, a corrente procura outro caminho — e esse caminho passa pela instalação elétrica, pelos equipamentos e, no pior caso, pelas pessoas.
É também a parte enterrada, invisível, que ninguém verifica até dar problema. Por isso a medição periódica não é burocracia: é a única forma de saber que o sistema continua fazendo o que o projeto previu.
O que encontramos em campo
Quatro falhas que se repetem.
Aterramento sem medição
Sistema instalado e nunca medido é suposição. A resistência varia com a umidade e o tipo de solo, e só o ensaio diz se o valor atende ao que o projeto previu.
Malha corroída ou interrompida
Conexão enterrada se corrói. Uma malha que já funcionou pode estar eletricamente interrompida hoje, sem nenhum sinal visível na superfície.
Aterramentos separados na mesma edificação
SPDA, elétrica e telecom com terras independentes criam diferença de potencial entre eles — é justamente o que queima equipamento durante uma descarga próxima.
Equipotencialização incompleta
Tubulação metálica, estrutura e blindagem de cabo que chegam à edificação precisam estar ligadas ao mesmo barramento. É a não conformidade que mais aparece em inspeção.
Onde atendemos
Bauru e todo o interior paulista
O tipo de solo e de edificação muda o dimensionamento da malha. Veja o perfil de cada praça:
O aterramento aparece no laudo de SPDA com o valor medido — veja o que o laudo precisa registrar.